Como ler este material
As telas são reais. Cada imagem deste documento é uma fotografia do SGT em funcionamento, tirada do nosso ambiente de homologação. Não há maquete, desenho ou montagem — com uma única exceção, a ilustração do aplicativo no capítulo 7, que está marcada como tal.
Os dados são inventados. As empresas, as pessoas, os CPFs, os CNPJs, as placas e os documentos que aparecem nas telas foram criados só para esta apresentação. Nenhum dado de cliente real da FBR aparece aqui, em nenhuma imagem.
O que o sistema calculou, calculou sozinho. As situações que você vai ver — empresa aprovada, vínculo pendente, documento a vencer, acesso autorizado — não foram digitadas. Alimentamos o sistema com o cadastro fictício e ele chegou nesses resultados aplicando as próprias regras, exatamente como faria numa operação de verdade.
01 O problema
A lei não distingue o seu crachá do crachá do terceiro.
Quando alguém de uma empresa contratada se acidenta dentro do seu pátio, entra sem exame ocupacional válido ou dirige sem habilitação, a conta chega até você. Não importa que o vínculo trabalhista seja de outra empresa.
Onde a gestão de terceiros costuma falhar
- 1O documento venceu ontem e ninguém viu. A planilha não avisa. O atestado expirou, a habilitação venceu, o treinamento caducou — e a pessoa continua entrando, porque ninguém olhou a coluna certa naquela manhã. O risco só aparece na fiscalização ou no acidente.
- 2Ninguém sabe exatamente quem está dentro. O caderno da guarita registra a entrada. A saída, às vezes. Numa emergência, a lista de quem está na área é uma estimativa — e estimativa não serve para evacuação.
- 3Dado pessoal circulando solto. CPF completo em planilha compartilhada, em e-mail encaminhado, na tela de quem só precisava marcar uma visita. Sem registro de quem viu o quê, não há como prestar contas.
- 4A decisão fica na guarita. Quando o porteiro precisa julgar se um documento serve ou não, a regra deixou de existir — cada turno decide de um jeito, e a empresa não consegue provar o critério que aplicou.
O que o SGT faz, em uma frase
O SGT transforma a exigência documental em regra configurada, aplica essa regra sozinho todos os dias, e faz com que a liberação no portão seja a consequência automática de uma conferência que já aconteceu — não uma decisão tomada na hora, no balcão da guarita.
A operação numa tela só
02 O conceito
A pessoa é uma. O vínculo é que manda.
Esta é a diferença mais importante entre o SGT e um cadastro comum de terceiros — e é dela que decorre quase tudo o que você vai ver nos próximos capítulos.
Quase todo sistema de terceiros marca a pessoa como apta ou inapta. O SGT marca o vínculo: a combinação de pessoa, empresa contratada, função exercida e documentos exigidos para aquela função.
Parece detalhe. Não é. Um soldador pode prestar serviço para três contratadas ao mesmo tempo, em funções diferentes, com documentação em dia numa e vencida em outra. Se o sistema marca a pessoa, ele mente sobre pelo menos duas das três situações.
A regra
Situação (aprovado, pendente, inativo), função, data de início, contato e documentos ficam no vínculo. A mesma pessoa pode estar liberada por uma contratada e barrada por outra, no mesmo dia, sem que o sistema precise escolher uma verdade só.
O que isso permite na prática
- Prestador que atende várias contratantes — cada relação tem a própria situação e os próprios documentos.
- Troca de função — quem passa de ajudante a soldador passa a precisar de NR-35; o sistema recalcula a exigência sem refazer o cadastro da pessoa.
- Desligamento de uma contratada — encerra aquele vínculo e só ele. O histórico da pessoa nas outras empresas permanece intacto.
- Autônomo — é um vínculo sem empresa intermediária, com descrição de serviço própria e exigência documental própria.
03 O caminho completo
Do cadastro da empresa até a liberação no portão.
Esta é a espinha do sistema. Cada etapa só recebe o que a anterior aprovou — e é por isso que, quando a pessoa chega na guarita, a decisão já foi tomada e registrada.
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A empresa é cadastrada
O cadastro começa pelo CNPJ. O sistema consulta a base pública de CNPJ e traz razão social, endereço e dados cadastrais prontos — quem cadastra confere, não digita.
Cadastro de empresa. O botão ao lado do CNPJ dispara a consulta automática. O formulário também recebe os serviços que a empresa vai prestar — e é essa escolha que define, no passo seguinte, quais documentos passarão a ser exigidos dela.
A carteira de contratadas. Cada linha traz CNPJ, serviços prestados, situação documental calculada pelo sistema e quantas pessoas e veículos estão ligados àquela empresa. Os filtros acima permitem recortar por serviço, situação, setor, tipo de acesso, unidade e classificação. Dados fictícios. -
O serviço define o que a empresa precisa entregar
A exigência documental não está no código do sistema: está numa tabela que a sua equipe administra. Cada serviço — limpeza, transporte, montagem e andaimes, solda — carrega a lista de documentos que a contratada precisa manter válidos.
Regras de obrigatoriedade. Cada linha amarra um conjunto de documentos a uma função (no caso de pessoas) ou a um serviço (no caso de empresas). Mudar a exigência é mexer aqui — não é pedir versão nova do sistema. -
A função define o que cada pessoa precisa entregar
Do lado das pessoas vale a mesma lógica, com a função no lugar do serviço. Soldador pede NR-35 e NR-33; motorista pede habilitação e exame toxicológico; auxiliar de limpeza pede carteira de vacinação. Quem decide é você.
Funções. O catálogo de funções é da empresa e cresce conforme a operação pede.
A regra da função Soldador. Os documentos marcados passam a ser exigidos de toda pessoa com esse vínculo. -
Pessoas e veículos entram ligados à contratada
Cada pessoa entra com o vínculo, a função e a data de início. Cada veículo entra ligado ao proprietário e com documentação própria — licenciamento, seguro, inspeção.
Pessoas. A lista mostra a empresa, a função e a situação de cada vínculo.
Veículos. Placa, proprietário e situação documental, no mesmo critério das pessoas. -
O sistema calcula a situação — ninguém marca à mão
A partir dos documentos entregues e das regras configuradas, o SGT conclui sozinho se a empresa está aprovada, parcialmente aprovada ou pendente. E o motivo é sempre nominal: qual documento, de quem, vencido quando.
Requisitos da empresa. Para o serviço contratado, o painel lista item por item o que é exigido e marca o que já foi entregue e aprovado. O selo Completo é conclusão do sistema, não digitação.
Ficha da empresa. Situação, serviços prestados, gestor responsável, documentos com data de vencimento e as abas de pessoas e veículos ligados — tudo numa tela só. Dados fictícios. -
Cada área aprova o que é dela
Documento não é tudo igual. O atestado de saúde é assunto da medicina do trabalho; o certificado de NR-35 é da segurança; a certidão trabalhista é do departamento pessoal. No SGT, cada categoria de documento tem o seu grupo aprovador, e o documento só aparece para quem pode decidir sobre ele.
Categorias de documento. A coluna do grupo aprovador é o que distribui a fila: segurança vê o que é de segurança, saúde vê o que é de saúde.
Todos os documentos, num lugar só. Empresa, pessoa ou veículo; categoria, validade e situação. É a resposta única para "onde está esse documento?".
Fila de aprovação. Quem aprova vê o documento, o titular, a categoria e a validade — e aprova ou devolve com o motivo, que fica registrado. -
O vencimento avisa antes de virar problema
Todo documento com prazo carrega a data de validade. O sistema recalcula a situação de pessoas e empresas todos os dias e empurra para a frente o que está perto de vencer — por tela e por e-mail, para o gestor certo.
Próximos do vencimento. O painel diz quanto falta em dias e semanas, não só a data.
Pendentes de aprovação. O que está parado esperando decisão, com o titular nomeado.
Relatório de pendências. A visão consolidada do que falta, por empresa e por pessoa, exportável para quem precisa cobrar.
Agendamento: a ponte entre a conformidade e o portão
Até aqui, o sistema sabe quem está apto. O agendamento é onde essa informação vira autorização de entrada para um dia, um local e um motivo específicos.
Uma regra que não tem exceção
Nenhum agendamento existe sem pelo menos uma pessoa vinculada — funcionário, autônomo ou visitante avulso. Não é validação de tela: a exigência é aplicada em todos os caminhos de criação e edição, inclusive pelo aplicativo. E não é possível remover a última pessoa de um agendamento existente.
Aprovação em duas instâncias, quando a área exige
Há operações em que basta a área solicitante abrir o agendamento. Há outras em que um responsável precisa aprovar antes de a autorização existir. O SGT faz os dois, e quem escolhe é a empresa — por configuração, não por versão nova do sistema.
Portaria: o portão não decide, confere
Na guarita, o SGT roda na tela de um tablet ou computador. O porteiro não precisa saber de regra nenhuma: ele procura a pessoa e o sistema responde.
Empresas que entram sem agendar
Nem toda entrada passa por agendamento. Equipes fixas — vigilância, limpeza, manutenção residente — podem ser liberadas de forma permanente em portões específicos, mantendo o registro de entrada e saída.
O registro que sobra depois
Cada passagem grava hora, portão, empresa, pessoa, veículo, condutor e de onde veio a autorização. É esse histórico que responde a pergunta que uma auditoria faz: quem esteve aqui, quando, autorizado por quem?
04 As regras
Como o sistema decide — e por que ele decide sempre igual.
Software de conformidade só vale alguma coisa se a regra for a mesma na segunda-feira de manhã e no sábado à noite, com o gerente presente ou ausente. Estas são as regras que o SGT aplica sozinho.
| Situação | O que o sistema faz |
|---|---|
| Documento aprovado com validade futura | Conta como cumprido. O requisito correspondente fica satisfeito até a data de vencimento. |
| Documento vence | Uma rotina automática roda todos os dias e revalida os requisitos de todas as entidades. A situação da pessoa e da empresa muda sozinha — ninguém precisa reabrir o cadastro — e sai aviso por e-mail. |
| Falta documento exigido | A empresa ou o vínculo fica Pendente. O sistema nomeia o que falta: qual documento, de quem. |
| Parte dos documentos entregue | A situação vira parcialmente aprovada — um estado próprio, que não esconde o que ainda falta nem bloqueia o que já está certo. |
| Documento enviado | Entra na fila do grupo aprovador da categoria. Só quem pertence àquele grupo decide sobre ele. |
| Documento rejeitado | Volta com o motivo escrito. O motivo fica no histórico do documento. |
| Agendamento sem nenhuma pessoa | Recusado. Em todos os caminhos — tela, edição, aplicativo. |
| Agendamento criado onde há aprovação em duas instâncias | Nasce Pendente e só vira autorização depois que o responsável aprova. Quem aprovou e quando fica registrado. |
| Pessoa chega num portão diferente do agendado | A guarita recebe a frase pronta — “Este agendamento não é para «Portaria Principal»” — e a entrada não é liberada. A mesma regra responde à consulta na tela e ao registro da passagem, de propósito: tela que diz “liberado” e botão que recusa é o pior defeito possível numa portaria. |
| Pessoa com pendência documental chega na guarita | A pendência é exibida ao porteiro com a consequência explícita. O que bloqueia e o que apenas avisa é definido pela configuração do local, não pelo julgamento de quem está no turno. |
| Veículo entra | O sistema pergunta quem está dirigindo e grava o condutor junto da placa. |
| Alguém altera, aprova ou cancela qualquer coisa | Fica registrado com autor, data e conteúdo anterior. |
O princípio por trás de todas elas
A conferência acontece antes, no cadastro e no agendamento, onde há tempo para resolver. A guarita só executa uma decisão que já existe. É isso que tira a discussão do portão e tira do porteiro uma responsabilidade que nunca deveria ter sido dele.
05 Governança de acesso
Quem vê o quê é decisão sua — não nossa.
O SGT não tem perfis fixos de fábrica. A empresa monta os seus próprios grupos de acesso e distribui as permissões como a operação pedir. Numa instalação em produção hoje, são 362 permissões distribuídas em 21 grupos montados pelo próprio cliente.
A prova: o mesmo sistema, três pessoas diferentes
As três imagens abaixo foram tiradas no mesmo minuto, no mesmo sistema, com os mesmos dados. A diferença é só quem está logado.
Módulos ligados e desligados por cliente
Além das permissões por pessoa, módulos inteiros podem ser ligados ou desligados por instalação. Cliente que não usa um módulo não o vê no menu, e as telas dele ficam bloqueadas no servidor — não apenas escondidas.
06 LGPD
O dado pessoal aparece para quem precisa dele.
Quem marca uma visita não precisa do CPF inteiro do visitante. Quem confere o atestado, precisa. O SGT trata os dois de forma diferente — e registra quem viu o quê.
O controle é por grupo de campo (documentos, contato, dados pessoais) e por superfície (a lista, a tela de edição, o relatório, o e-mail) — separadamente. Dá para liberar o CPF completo na tela de conferência de documentos e manter o mesmo CPF encoberto na lista de agendamentos, para a mesma pessoa.
As quatro garantias da camada de LGPD
- AA regra é da empresa. Quem configura quem enxerga o quê é o cliente, não a FBR — e a mudança não depende de versão nova.
- BEditar continua funcionando. Quem vê o campo encoberto salva o cadastro normalmente; o que ele não vê permanece como está, sem ser apagado por engano.
- CTrilha de acesso. Quando um dado sai sem máscara amparado por base legal, fica registrado quem viu, de quem era o dado e por quê.
- DVale para os dois lados. A mesma regra se aplica na web e no aplicativo. Não existe caminho pelo celular que devolva o que a tela esconderia.
07 Mobilidade
A guarita não tem mesa. O sistema vai no tablet.
O SGT tem aplicativo próprio para iOS e Android, usado pela guarita, pelos gestores em campo e por quem precisa aprovar alguma coisa longe do computador.
O que o aplicativo faz
- ✓Portaria completa no tablet da guarita: busca, liberação, entrada, saída e quem está dentro.
- ✓Agendar em campo — o gestor cria o agendamento de onde estiver, com os mesmos seletores da tela.
- ✓Aprovar documento pelo celular, com o mesmo poder que a web dá — nem mais, nem menos.
- ✓Atualização pelo ar — a correção publicada chega ao aparelho na próxima abertura, sem passar pela loja.
A imagem ao lado é uma ilustração da interface do aplicativo — é a única deste material que não é uma fotografia de tela.
A mesma regra nos dois lugares
O aplicativo não tem permissão própria. Ele obedece exatamente ao que a tela do sistema permite para aquele usuário — e isso é medido a cada entrega, usuário por usuário, recurso por recurso. Se a web recusa, o aplicativo recusa.
08 Painel executivo
A pergunta da diretoria tem resposta na tela.
O FBR BI lê a operação direto, sem exportação e sem planilha no meio. Os painéis vivem dentro do próprio SGT, com o acesso controlado pelas mesmas regras de permissão.
Cada cliente vê só o que é dele
O isolamento entre clientes no BI é garantido em cinco camadas independentes, da permissão dentro do SGT ao filtro no banco de dados — e é testado a cada entrega por um roteiro automatizado que precisa passar inteiro antes de qualquer publicação.
09 Infraestrutura
Cada cliente tem a sua própria instalação. E alguém olhando para ela.
O SGT não é um sistema compartilhado onde os clientes dividem a mesma base e se separam por uma coluna. Cada cliente recebe uma instância dedicada, com endereço próprio e isolamento em todas as camadas.
O que "instância dedicada" significa na prática
| Camada | Como é isolada |
|---|---|
| Endereço | Domínio próprio do cliente, com certificado próprio e renovação automática. |
| Banco de dados | Banco exclusivo, com usuário e senha exclusivos. Não existe consulta que atravesse de um cliente para outro, porque não existe caminho. |
| Arquivos | Cofre de armazenamento próprio, separado por cliente, com credencial própria. |
| Aplicação | Diretório próprio e conjunto de processos dedicado, com memória reservada — um cliente com pico de uso não consome o fôlego de outro. |
| Fila de trabalho | Processadores de fila exclusivos. E-mail e processamento pesado de um cliente não atrasam os do vizinho. |
| Cache e sessão | Espaço nomeado por cliente, sem sobreposição. |
| Registros | Arquivos de log separados, com rotação própria. |
| Identidade visual | Nome do sistema, logotipo e cores da marca do cliente, configurados no banco dele. |
É esse modelo que torna possível apurar SLA por cliente — algo que um serviço compartilhado não consegue oferecer de forma honesta. Quando o porte da operação ou o contrato exigem, a instância roda em servidor dedicado, só do cliente.
Monitoramento 24 horas por dia, 7 dias por semana
A infraestrutura da FBR é vigiada por um sistema de monitoramento próprio, que roda em máquina separada da que hospeda as aplicações — de propósito: quem vigia não pode cair junto com o que é vigiado.
Cópia de segurança
- 1Banco de dados, toda madrugada, para um cofre separado da máquina. A cópia fica guardada por 180 dias.
- 2Arquivos enviados, toda madrugada, para um segundo cofre, com versões anteriores preservadas por 365 dias.
- 3Cópia do servidor inteiro, incremental diária e completa semanal, mantida por 60 e 90 dias.
- 4A cópia é conferida sozinha. Um verificador automático acusa se o backup da noite não apareceu — porque backup que ninguém testa é esperança, não garantia.
SLA que se comprova
O resultado das sondas é guardado por 365 dias, e um consolidado diário derivado delas nunca expira. Quando o dado bruto vence, o número continua exato — porque a disponibilidade entregue é prova contratual, não telemetria descartável.
Disponibilidade medida de uma instância do SGT em produção, apurada a partir das sondas registradas. O SLA contratado é de 99,50% — todos os meses ficaram acima de 99,95%.
Como uma entrega chega até a sua operação
- 1Suíte completa antes de qualquer publicação. São mais de 1.700 testes automatizados em mais de 200 arquivos. Nenhuma entrega sai com teste vermelho.
- 2Dois ambientes de homologação recebem antes da produção, com dado real de volume e conferência por usuário.
- 3Nada sobe sem volta. Toda publicação em produção tem cópia do banco tirada na hora e roteiro de reversão escrito e validado antes de começar.
- 4Mudança de estrutura é avisada. Alteração que afeta os painéis executivos passa por verificação específica, nas homologações antes e na produção depois.
10 Implantação
Como isso entra na sua operação.
A implantação do SGT é um trabalho de configuração, não de desenvolvimento. O sistema já existe — o que se monta é o retrato das suas regras dentro dele.
- Entender a sua regra
Quais serviços você contrata, quais funções entram na sua área, que documento cada uma precisa ter, quais áreas aprovam o quê, quantos portões existem e quem decide a entrada. É conversa, não questionário.
- Provisionar a instância
Endereço próprio, banco próprio, armazenamento próprio, certificado, cópia de segurança e monitoramento. A instalação nasce isolada e vigiada desde o primeiro dia.
- Configurar o catálogo
Serviços, funções, categorias de documento, grupos aprovadores, locais e portões, tipos de agendamento, grupos de acesso. É aqui que a regra da sua empresa vira regra do sistema.
- Carregar o cadastro existente
Empresas, pessoas, vínculos e veículos que você já tem, importados. O sistema calcula a situação documental de cada um assim que os documentos entram — e você enxerga o tamanho real da pendência logo no começo.
- Homologar com a sua equipe
As pessoas que vão usar testam no ambiente de homologação, com os dados de vocês, antes de a operação depender disso.
- Entrar em produção e acompanhar
Virada acompanhada, com a portaria assistida nos primeiros dias. Depois, atualização contínua: correção e melhoria chegam sem interromper quem está usando.
11 Perguntas frequentes
O que costumam perguntar antes de decidir.
Precisamos mudar o nosso processo para usar o SGT?
Não. As exigências documentais, as funções, os grupos que aprovam, os portões e o fluxo de aprovação são configurados segundo a sua operação. O que o sistema impõe são poucas regras estruturais — como a de que todo agendamento precisa ter pelo menos uma pessoa — e elas existem para impedir registro sem sentido, não para padronizar o seu processo.
E se a nossa regra mudar depois?
Muda na tela de configuração, por quem tiver permissão para isso, e passa a valer na hora. Exigência documental, função, grupo aprovador, portão e modo de aprovação não dependem de nova versão do sistema.
Quem fica com os nossos dados?
Você. Os dados ficam numa instância dedicada à sua empresa, em banco e armazenamento próprios, hospedados em nuvem no Brasil. A FBR opera a infraestrutura e responde pelo funcionamento — a titularidade dos dados é sua.
Conseguimos extrair o que está lá dentro?
Sim. As listagens principais exportam, os relatórios saem em planilha e em PDF, e o painel executivo permite baixar o conjunto de dados por trás de cada gráfico.
O sistema conversa com outros que já usamos?
O SGT já consulta bases públicas para trazer o cadastro da empresa pelo CNPJ e possui interface própria de integração, usada hoje pelo aplicativo. Integração com sistema específico do cliente é avaliada caso a caso.
Quanto tempo leva para começar a operar?
Depende do tamanho do catálogo de regras e do volume de cadastro a importar. O que não depende do prazo é a ordem: configuração, carga, homologação com a sua equipe, e só então produção.