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Quem entra na sua operação, você responde.

O SGT controla cada empresa contratada, cada pessoa e cada veículo que cruza a sua portaria — do credenciamento ao documento vencido, do agendamento à liberação no portão. Na web, no celular e no tablet da guarita.

Credenciamento e conformidade Agendamento e portaria LGPD ativa Painel executivo
Material de apresentação · outubro de 2026 Todas as telas são do sistema real Todos os dados são fictícios
Como ler este material

As telas são reais. Cada imagem deste documento é uma fotografia do SGT em funcionamento, tirada do nosso ambiente de homologação. Não há maquete, desenho ou montagem — com uma única exceção, a ilustração do aplicativo no capítulo 7, que está marcada como tal.

Os dados são inventados. As empresas, as pessoas, os CPFs, os CNPJs, as placas e os documentos que aparecem nas telas foram criados só para esta apresentação. Nenhum dado de cliente real da FBR aparece aqui, em nenhuma imagem.

O que o sistema calculou, calculou sozinho. As situações que você vai ver — empresa aprovada, vínculo pendente, documento a vencer, acesso autorizado — não foram digitadas. Alimentamos o sistema com o cadastro fictício e ele chegou nesses resultados aplicando as próprias regras, exatamente como faria numa operação de verdade.

01 O problema

A lei não distingue o seu crachá do crachá do terceiro.

Quando alguém de uma empresa contratada se acidenta dentro do seu pátio, entra sem exame ocupacional válido ou dirige sem habilitação, a conta chega até você. Não importa que o vínculo trabalhista seja de outra empresa.

Trabalhista
Responsabilidade do tomador
A Súmula 331 do TST responsabiliza o tomador do serviço pelo que a contratada deixou de cumprir. A prova de que você exigiu precisa estar com você — não com ela.
Segurança
Normas regulamentadoras
NR-1, NR-6, NR-7, NR-10, NR-18, NR-33, NR-35. Cada função exige um conjunto de documentos válidos na data em que a pessoa pisa no seu terreno.
Privacidade
LGPD
Você guarda CPF, RG, endereço e atestados de saúde de milhares de pessoas que não são suas funcionárias. Guardar é tratar — e tratar exige base legal, controle de acesso e registro.

Onde a gestão de terceiros costuma falhar

  • 1O documento venceu ontem e ninguém viu. A planilha não avisa. O atestado expirou, a habilitação venceu, o treinamento caducou — e a pessoa continua entrando, porque ninguém olhou a coluna certa naquela manhã. O risco só aparece na fiscalização ou no acidente.
  • 2Ninguém sabe exatamente quem está dentro. O caderno da guarita registra a entrada. A saída, às vezes. Numa emergência, a lista de quem está na área é uma estimativa — e estimativa não serve para evacuação.
  • 3Dado pessoal circulando solto. CPF completo em planilha compartilhada, em e-mail encaminhado, na tela de quem só precisava marcar uma visita. Sem registro de quem viu o quê, não há como prestar contas.
  • 4A decisão fica na guarita. Quando o porteiro precisa julgar se um documento serve ou não, a regra deixou de existir — cada turno decide de um jeito, e a empresa não consegue provar o critério que aplicou.
O que o SGT faz, em uma frase

O SGT transforma a exigência documental em regra configurada, aplica essa regra sozinho todos os dias, e faz com que a liberação no portão seja a consequência automática de uma conferência que já aconteceu — não uma decisão tomada na hora, no balcão da guarita.

A operação numa tela só

Painel de status de conformidade do SGT, com documentos aprovados, parcialmente aprovados, pendentes e rejeitados
Status de conformidade. O painel de abertura do sistema responde, antes de qualquer clique, quanto da sua base documental está em ordem — e quanto não está.

02 O conceito

A pessoa é uma. O vínculo é que manda.

Esta é a diferença mais importante entre o SGT e um cadastro comum de terceiros — e é dela que decorre quase tudo o que você vai ver nos próximos capítulos.

Quase todo sistema de terceiros marca a pessoa como apta ou inapta. O SGT marca o vínculo: a combinação de pessoa, empresa contratada, função exercida e documentos exigidos para aquela função.

Parece detalhe. Não é. Um soldador pode prestar serviço para três contratadas ao mesmo tempo, em funções diferentes, com documentação em dia numa e vencida em outra. Se o sistema marca a pessoa, ele mente sobre pelo menos duas das três situações.

Ficha de uma pessoa no SGT, mostrando o vínculo com uma empresa, a função e os documentos pessoais
Ficha de pessoa. O que a tela mostra não é "o cadastro de Rafael" — é o vínculo de Rafael com a Vertente Caldeiraria, na função de Soldador. A situação Aprovada e a função pertencem a esse vínculo, não à pessoa. Dados fictícios.
A regra

Situação (aprovado, pendente, inativo), função, data de início, contato e documentos ficam no vínculo. A mesma pessoa pode estar liberada por uma contratada e barrada por outra, no mesmo dia, sem que o sistema precise escolher uma verdade só.

O que isso permite na prática

  • Prestador que atende várias contratantes — cada relação tem a própria situação e os próprios documentos.
  • Troca de função — quem passa de ajudante a soldador passa a precisar de NR-35; o sistema recalcula a exigência sem refazer o cadastro da pessoa.
  • Desligamento de uma contratada — encerra aquele vínculo e só ele. O histórico da pessoa nas outras empresas permanece intacto.
  • Autônomo — é um vínculo sem empresa intermediária, com descrição de serviço própria e exigência documental própria.

03 O caminho completo

Do cadastro da empresa até a liberação no portão.

Esta é a espinha do sistema. Cada etapa só recebe o que a anterior aprovou — e é por isso que, quando a pessoa chega na guarita, a decisão já foi tomada e registrada.

  1. A empresa é cadastrada

    O cadastro começa pelo CNPJ. O sistema consulta a base pública de CNPJ e traz razão social, endereço e dados cadastrais prontos — quem cadastra confere, não digita.

    Formulário de cadastro de empresa no SGT, com campo de CNPJ e busca automática
    Cadastro de empresa. O botão ao lado do CNPJ dispara a consulta automática. O formulário também recebe os serviços que a empresa vai prestar — e é essa escolha que define, no passo seguinte, quais documentos passarão a ser exigidos dela.
    Lista de empresas contratadas no SGT, com CNPJ, serviços, situação e contagem de pessoas e veículos
    A carteira de contratadas. Cada linha traz CNPJ, serviços prestados, situação documental calculada pelo sistema e quantas pessoas e veículos estão ligados àquela empresa. Os filtros acima permitem recortar por serviço, situação, setor, tipo de acesso, unidade e classificação. Dados fictícios.
  2. O serviço define o que a empresa precisa entregar

    A exigência documental não está no código do sistema: está numa tabela que a sua equipe administra. Cada serviço — limpeza, transporte, montagem e andaimes, solda — carrega a lista de documentos que a contratada precisa manter válidos.

    Tela de regras de obrigatoriedade documental do SGT
    Regras de obrigatoriedade. Cada linha amarra um conjunto de documentos a uma função (no caso de pessoas) ou a um serviço (no caso de empresas). Mudar a exigência é mexer aqui — não é pedir versão nova do sistema.
  3. A função define o que cada pessoa precisa entregar

    Do lado das pessoas vale a mesma lógica, com a função no lugar do serviço. Soldador pede NR-35 e NR-33; motorista pede habilitação e exame toxicológico; auxiliar de limpeza pede carteira de vacinação. Quem decide é você.

    Lista de funções cadastradas no SGT
    Funções. O catálogo de funções é da empresa e cresce conforme a operação pede.
    Edição da regra de obrigatoriedade documental da função Soldador
    A regra da função Soldador. Os documentos marcados passam a ser exigidos de toda pessoa com esse vínculo.
  4. Pessoas e veículos entram ligados à contratada

    Cada pessoa entra com o vínculo, a função e a data de início. Cada veículo entra ligado ao proprietário e com documentação própria — licenciamento, seguro, inspeção.

    Lista de pessoas vinculadas às empresas contratadas
    Pessoas. A lista mostra a empresa, a função e a situação de cada vínculo.
    Lista de veículos das empresas contratadas
    Veículos. Placa, proprietário e situação documental, no mesmo critério das pessoas.
  5. O sistema calcula a situação — ninguém marca à mão

    A partir dos documentos entregues e das regras configuradas, o SGT conclui sozinho se a empresa está aprovada, parcialmente aprovada ou pendente. E o motivo é sempre nominal: qual documento, de quem, vencido quando.

    Painel de requisitos documentais de uma empresa, com cada documento marcado e o status Completo
    Requisitos da empresa. Para o serviço contratado, o painel lista item por item o que é exigido e marca o que já foi entregue e aprovado. O selo Completo é conclusão do sistema, não digitação.
    Ficha completa de uma empresa contratada no SGT
    Ficha da empresa. Situação, serviços prestados, gestor responsável, documentos com data de vencimento e as abas de pessoas e veículos ligados — tudo numa tela só. Dados fictícios.
  6. Cada área aprova o que é dela

    Documento não é tudo igual. O atestado de saúde é assunto da medicina do trabalho; o certificado de NR-35 é da segurança; a certidão trabalhista é do departamento pessoal. No SGT, cada categoria de documento tem o seu grupo aprovador, e o documento só aparece para quem pode decidir sobre ele.

    Categorias de documento no SGT, cada uma com o seu grupo aprovador
    Categorias de documento. A coluna do grupo aprovador é o que distribui a fila: segurança vê o que é de segurança, saúde vê o que é de saúde.
    Lista geral de documentos no SGT
    Todos os documentos, num lugar só. Empresa, pessoa ou veículo; categoria, validade e situação. É a resposta única para "onde está esse documento?".
    Fila de documentos pendentes de aprovação no SGT
    Fila de aprovação. Quem aprova vê o documento, o titular, a categoria e a validade — e aprova ou devolve com o motivo, que fica registrado.
  7. O vencimento avisa antes de virar problema

    Todo documento com prazo carrega a data de validade. O sistema recalcula a situação de pessoas e empresas todos os dias e empurra para a frente o que está perto de vencer — por tela e por e-mail, para o gestor certo.

    Painel de documentos próximos do vencimento
    Próximos do vencimento. O painel diz quanto falta em dias e semanas, não só a data.
    Painel de documentos pendentes de aprovação
    Pendentes de aprovação. O que está parado esperando decisão, com o titular nomeado.
    Relatório de pendências documentais do SGT
    Relatório de pendências. A visão consolidada do que falta, por empresa e por pessoa, exportável para quem precisa cobrar.

Agendamento: a ponte entre a conformidade e o portão

Até aqui, o sistema sabe quem está apto. O agendamento é onde essa informação vira autorização de entrada para um dia, um local e um motivo específicos.

Lista de agendamentos no SGT, com situação, período, recursos e local
Agendamentos. Cada linha traz a empresa, o título do serviço, quantas pessoas e veículos estão envolvidos, o período e a situação — , Confirmado, Concluído ou cancelado.
Ficha de um agendamento no SGT, com pessoas, veículos e situação documental
Ficha do agendamento. Quem vem, com qual veículo, para qual local, em qual período, a pedido de quem. Ao lado de cada pessoa o sistema mostra a situação documental dela naquele vínculo — a conferência acontece aqui, não no portão. Dados fictícios.
Uma regra que não tem exceção

Nenhum agendamento existe sem pelo menos uma pessoa vinculada — funcionário, autônomo ou visitante avulso. Não é validação de tela: a exigência é aplicada em todos os caminhos de criação e edição, inclusive pelo aplicativo. E não é possível remover a última pessoa de um agendamento existente.

Aprovação em duas instâncias, quando a área exige

Há operações em que basta a área solicitante abrir o agendamento. Há outras em que um responsável precisa aprovar antes de a autorização existir. O SGT faz os dois, e quem escolhe é a empresa — por configuração, não por versão nova do sistema.

Configuração do workflow de agendamento no SGT
Workflow de agendamento. Aqui se define o modo de aprovação e quem são os aprovadores elegíveis. Também se ajustam os rótulos que a sua operação usa — o campo que numa empresa se chama "Requisitante" em outra se chama "Responsável pelo acompanhamento".

Portaria: o portão não decide, confere

Na guarita, o SGT roda na tela de um tablet ou computador. O porteiro não precisa saber de regra nenhuma: ele procura a pessoa e o sistema responde.

Tela da portaria no SGT, com seleção de portão e campo de busca
A guarita. Repare no menu à esquerda: este usuário só enxerga Dashboard e Portaria. É o mesmo sistema, com o acesso recortado para a função. A busca aceita placa, CPF, nome ou número do agendamento — o que o porteiro tiver em mãos.
Resultado de busca por CPF na portaria, mostrando o agendamento autorizado, as pessoas e o veículo
O resultado da busca. Esta tela sozinha resume a operação: o agendamento aparece Autorizado, com as pessoas e o veículo listados, botão de Entrada para quem ainda não entrou e Saída para quem está Dentro. O CPF aparece encoberto — o porteiro confere a pessoa sem precisar enxergar o documento inteiro. Pendências documentais são mostradas com a consequência explícita ("não impede a entrada", neste caso). E o veículo traz o seletor Quem dirige?, porque o sistema registra o condutor, não só a placa.
Busca por placa na portaria do SGT
Busca por placa. Mesmo resultado, outro caminho de entrada — útil quando o veículo chega antes de alguém dizer o nome.
Tela do pátio na portaria, mostrando quem está dentro no momento
Quem está dentro, agora. A lista de presença por portão, em tempo real. Numa emergência, é a lista de evacuação — e é um fato registrado, não uma estimativa de quem lembrou de anotar.

Empresas que entram sem agendar

Nem toda entrada passa por agendamento. Equipes fixas — vigilância, limpeza, manutenção residente — podem ser liberadas de forma permanente em portões específicos, mantendo o registro de entrada e saída.

Configuração de acessos fixos de empresas por portão
Acessos fixos. A liberação é por empresa e por portão, com a opção de exigir ou não documento do visitante e de aceitar ou não pendência documental.

O registro que sobra depois

Cada passagem grava hora, portão, empresa, pessoa, veículo, condutor e de onde veio a autorização. É esse histórico que responde a pergunta que uma auditoria faz: quem esteve aqui, quando, autorizado por quem?

Relatório de entradas e saídas da portaria do SGT
Entradas e saídas. O relatório completo, filtrável e exportável. Cada linha é uma passagem real registrada na guarita. Dados fictícios.

04 As regras

Como o sistema decide — e por que ele decide sempre igual.

Software de conformidade só vale alguma coisa se a regra for a mesma na segunda-feira de manhã e no sábado à noite, com o gerente presente ou ausente. Estas são as regras que o SGT aplica sozinho.

SituaçãoO que o sistema faz
Documento aprovado com validade futuraConta como cumprido. O requisito correspondente fica satisfeito até a data de vencimento.
Documento venceUma rotina automática roda todos os dias e revalida os requisitos de todas as entidades. A situação da pessoa e da empresa muda sozinha — ninguém precisa reabrir o cadastro — e sai aviso por e-mail.
Falta documento exigidoA empresa ou o vínculo fica . O sistema nomeia o que falta: qual documento, de quem.
Parte dos documentos entregueA situação vira parcialmente aprovada — um estado próprio, que não esconde o que ainda falta nem bloqueia o que já está certo.
Documento enviadoEntra na fila do grupo aprovador da categoria. Só quem pertence àquele grupo decide sobre ele.
Documento rejeitadoVolta com o motivo escrito. O motivo fica no histórico do documento.
Agendamento sem nenhuma pessoaRecusado. Em todos os caminhos — tela, edição, aplicativo.
Agendamento criado onde há aprovação em duas instânciasNasce e só vira autorização depois que o responsável aprova. Quem aprovou e quando fica registrado.
Pessoa chega num portão diferente do agendadoA guarita recebe a frase pronta — “Este agendamento não é para «Portaria Principal»” — e a entrada não é liberada. A mesma regra responde à consulta na tela e ao registro da passagem, de propósito: tela que diz “liberado” e botão que recusa é o pior defeito possível numa portaria.
Pessoa com pendência documental chega na guaritaA pendência é exibida ao porteiro com a consequência explícita. O que bloqueia e o que apenas avisa é definido pela configuração do local, não pelo julgamento de quem está no turno.
Veículo entraO sistema pergunta quem está dirigindo e grava o condutor junto da placa.
Alguém altera, aprova ou cancela qualquer coisaFica registrado com autor, data e conteúdo anterior.
O princípio por trás de todas elas

A conferência acontece antes, no cadastro e no agendamento, onde há tempo para resolver. A guarita só executa uma decisão que já existe. É isso que tira a discussão do portão e tira do porteiro uma responsabilidade que nunca deveria ter sido dele.

05 Governança de acesso

Quem vê o quê é decisão sua — não nossa.

O SGT não tem perfis fixos de fábrica. A empresa monta os seus próprios grupos de acesso e distribui as permissões como a operação pedir. Numa instalação em produção hoje, são 362 permissões distribuídas em 21 grupos montados pelo próprio cliente.

Camada 1 · Tela
O que aparece no menu
Quais módulos a pessoa enxerga — e, pela mesma regra, o que a API devolve para o aplicativo dela.
Camada 2 · Alcance
Quantas empresas
Tudo, ou apenas as contratadas que a pessoa gerencia. É o que separa o gestor de uma contratada do time da contratante.
Camada 3 · Ação
O que pode fazer
Ver, criar, editar, aprovar, rejeitar — separadas, porque aprovar não é a mesma coisa que cadastrar.
Camada 4 · Dado pessoal
O que enxerga do dado
Quem vê CPF, RG e contato completos, por grupo de campo e por tela. É a camada de LGPD, tratada no capítulo seguinte.
Lista de grupos de acesso do SGT
Grupos de acesso. Criados, nomeados e ajustados pela própria empresa, a qualquer momento.

A prova: o mesmo sistema, três pessoas diferentes

As três imagens abaixo foram tiradas no mesmo minuto, no mesmo sistema, com os mesmos dados. A diferença é só quem está logado.

Dashboard visto pelo gestor de uma empresa contratada
Gestor de uma contratada. O menu tem poucos itens e o conteúdo cobre apenas a empresa dele.
Tela de acesso negado ao tentar abrir a lista de empresas
O mesmo usuário tentando abrir a lista de empresas. O sistema recusa. Forçar o endereço na barra não contorna — a checagem está no servidor, não no menu.
Agendamentos vistos pelo gestor da contratada, limitados à empresa dele
Agendamentos, pelo olhar da contratada. Ele agenda e acompanha — só o que é da empresa dele.
Módulos ligados e desligados por cliente

Além das permissões por pessoa, módulos inteiros podem ser ligados ou desligados por instalação. Cliente que não usa um módulo não o vê no menu, e as telas dele ficam bloqueadas no servidor — não apenas escondidas.

Tela de módulos e recursos do SGT, com cada módulo podendo ser ligado ou desligado
Módulos e recursos. O recorte do sistema é definido no momento da implantação e pode mudar depois, sem troca de versão.

06 LGPD

O dado pessoal aparece para quem precisa dele.

Quem marca uma visita não precisa do CPF inteiro do visitante. Quem confere o atestado, precisa. O SGT trata os dois de forma diferente — e registra quem viu o quê.

O controle é por grupo de campo (documentos, contato, dados pessoais) e por superfície (a lista, a tela de edição, o relatório, o e-mail) — separadamente. Dá para liberar o CPF completo na tela de conferência de documentos e manter o mesmo CPF encoberto na lista de agendamentos, para a mesma pessoa.

CPF encoberto na tela da portaria
Na guarita. O porteiro vê o nome e um CPF encoberto — o suficiente para conferir a pessoa à frente dele, sem acesso ao documento inteiro.
CPF completo na ficha da pessoa, para quem tem permissão
Na conferência documental. Quem precisa do dado para fazer o trabalho vê o CPF completo. Mesma pessoa, mesmo sistema, mesmo instante.
As quatro garantias da camada de LGPD
  • AA regra é da empresa. Quem configura quem enxerga o quê é o cliente, não a FBR — e a mudança não depende de versão nova.
  • BEditar continua funcionando. Quem vê o campo encoberto salva o cadastro normalmente; o que ele não vê permanece como está, sem ser apagado por engano.
  • CTrilha de acesso. Quando um dado sai sem máscara amparado por base legal, fica registrado quem viu, de quem era o dado e por quê.
  • DVale para os dois lados. A mesma regra se aplica na web e no aplicativo. Não existe caminho pelo celular que devolva o que a tela esconderia.

07 Mobilidade

A guarita não tem mesa. O sistema vai no tablet.

O SGT tem aplicativo próprio para iOS e Android, usado pela guarita, pelos gestores em campo e por quem precisa aprovar alguma coisa longe do computador.

Portaria · Unidade Norte
Portaria Principal
DENTRO AGORA · 5
Caio Esteves Barbosa
Andaimes Planalto · entrou 07:12
DENTRO
Daniel Vasques Pinheiro
Andaimes Planalto · entrou 07:21
DENTRO
UDE9F33 · furgão
Condutor identificado · 07:12
DENTRO
Visitante avulso
Aguardando conferência
Portaria
Agenda
Painel
Mais

O que o aplicativo faz

  • ✓Portaria completa no tablet da guarita: busca, liberação, entrada, saída e quem está dentro.
  • ✓Agendar em campo — o gestor cria o agendamento de onde estiver, com os mesmos seletores da tela.
  • ✓Aprovar documento pelo celular, com o mesmo poder que a web dá — nem mais, nem menos.
  • ✓Atualização pelo ar — a correção publicada chega ao aparelho na próxima abertura, sem passar pela loja.

A imagem ao lado é uma ilustração da interface do aplicativo — é a única deste material que não é uma fotografia de tela.

A mesma regra nos dois lugares

O aplicativo não tem permissão própria. Ele obedece exatamente ao que a tela do sistema permite para aquele usuário — e isso é medido a cada entrega, usuário por usuário, recurso por recurso. Se a web recusa, o aplicativo recusa.

08 Painel executivo

A pergunta da diretoria tem resposta na tela.

O FBR BI lê a operação direto, sem exportação e sem planilha no meio. Os painéis vivem dentro do próprio SGT, com o acesso controlado pelas mesmas regras de permissão.

Painel de BI do SGT mostrando entradas e saídas da portaria
Painel executivo, dentro do próprio SGT. À esquerda, os painéis disponíveis para esta instalação: conformidade de empresas, funcionários, autônomos e veículos, documentos, agendamentos, portaria e visão executiva. À direita, o painel da portaria aberto, com filtros por período, portão, empresa e origem da autorização. Números calculados sobre os dados fictícios desta demonstração.
Vencimentos
O que vence à frente
Por faixa de prazo, por empresa e por pessoa, separados — com nome, não só número.
Pendências
Onde está o problema
Categorias com mais empresas em falta, colaboradores com mais itens vencidos, autônomos com pendência aberta.
Portaria
Como o acesso se comporta
Passagens por hora e por portão, movimento concentrado por contratada, permanência média, quem está dentro agora.
Cada cliente vê só o que é dele

O isolamento entre clientes no BI é garantido em cinco camadas independentes, da permissão dentro do SGT ao filtro no banco de dados — e é testado a cada entrega por um roteiro automatizado que precisa passar inteiro antes de qualquer publicação.

09 Infraestrutura

Cada cliente tem a sua própria instalação. E alguém olhando para ela.

O SGT não é um sistema compartilhado onde os clientes dividem a mesma base e se separam por uma coluna. Cada cliente recebe uma instância dedicada, com endereço próprio e isolamento em todas as camadas.

O que "instância dedicada" significa na prática

CamadaComo é isolada
EndereçoDomínio próprio do cliente, com certificado próprio e renovação automática.
Banco de dadosBanco exclusivo, com usuário e senha exclusivos. Não existe consulta que atravesse de um cliente para outro, porque não existe caminho.
ArquivosCofre de armazenamento próprio, separado por cliente, com credencial própria.
AplicaçãoDiretório próprio e conjunto de processos dedicado, com memória reservada — um cliente com pico de uso não consome o fôlego de outro.
Fila de trabalhoProcessadores de fila exclusivos. E-mail e processamento pesado de um cliente não atrasam os do vizinho.
Cache e sessãoEspaço nomeado por cliente, sem sobreposição.
RegistrosArquivos de log separados, com rotação própria.
Identidade visualNome do sistema, logotipo e cores da marca do cliente, configurados no banco dele.

É esse modelo que torna possível apurar SLA por cliente — algo que um serviço compartilhado não consegue oferecer de forma honesta. Quando o porte da operação ou o contrato exigem, a instância roda em servidor dedicado, só do cliente.

Monitoramento 24 horas por dia, 7 dias por semana

A infraestrutura da FBR é vigiada por um sistema de monitoramento próprio, que roda em máquina separada da que hospeda as aplicações — de propósito: quem vigia não pode cair junto com o que é vigiado.

De fora
Sondas em três continentes
O sinal autoritativo de "está no ar" vem de verificações externas disparadas de vários pontos do mundo, a cada 5 minutos. Só é considerado fora do ar quando a maioria dos pontos concorda — isso elimina o alarme falso causado por um problema de rota local.
De dentro
Sondas a cada minuto
Verificações internas de minuto em minuto alimentam a tela de acompanhamento e a vigilância de certificado digital, com aviso automático 21 e 7 dias antes do vencimento.
Alerta
Cadeia única, com antirruído
Falha vira e-mail por um caminho só, com agrupamento, limite de repetição e exigência de duas falhas consecutivas antes de escalar. Alarme que grita toda hora treina a equipe a ignorar — e isso é tratado como defeito.
Vigilância
Além do "está no ar"
Canário que confere se o backup da noite realmente existe e é restaurável, detecção de anomalia no banco e nos registros de erro, aviso de tarefa agendada que não rodou, acompanhamento de espaço em disco e de custo de nuvem.

Cópia de segurança

  • 1Banco de dados, toda madrugada, para um cofre separado da máquina. A cópia fica guardada por 180 dias.
  • 2Arquivos enviados, toda madrugada, para um segundo cofre, com versões anteriores preservadas por 365 dias.
  • 3Cópia do servidor inteiro, incremental diária e completa semanal, mantida por 60 e 90 dias.
  • 4A cópia é conferida sozinha. Um verificador automático acusa se o backup da noite não apareceu — porque backup que ninguém testa é esperança, não garantia.

SLA que se comprova

O resultado das sondas é guardado por 365 dias, e um consolidado diário derivado delas nunca expira. Quando o dado bruto vence, o número continua exato — porque a disponibilidade entregue é prova contratual, não telemetria descartável.

99,956%
maio de 2026
99,990%
junho de 2026
99,999%
julho de 2026
99,991%
agosto de 2026

Disponibilidade medida de uma instância do SGT em produção, apurada a partir das sondas registradas. O SLA contratado é de 99,50% — todos os meses ficaram acima de 99,95%.

Como uma entrega chega até a sua operação

  • 1Suíte completa antes de qualquer publicação. São mais de 1.700 testes automatizados em mais de 200 arquivos. Nenhuma entrega sai com teste vermelho.
  • 2Dois ambientes de homologação recebem antes da produção, com dado real de volume e conferência por usuário.
  • 3Nada sobe sem volta. Toda publicação em produção tem cópia do banco tirada na hora e roteiro de reversão escrito e validado antes de começar.
  • 4Mudança de estrutura é avisada. Alteração que afeta os painéis executivos passa por verificação específica, nas homologações antes e na produção depois.

10 Implantação

Como isso entra na sua operação.

A implantação do SGT é um trabalho de configuração, não de desenvolvimento. O sistema já existe — o que se monta é o retrato das suas regras dentro dele.

  1. Entender a sua regra

    Quais serviços você contrata, quais funções entram na sua área, que documento cada uma precisa ter, quais áreas aprovam o quê, quantos portões existem e quem decide a entrada. É conversa, não questionário.

  2. Provisionar a instância

    Endereço próprio, banco próprio, armazenamento próprio, certificado, cópia de segurança e monitoramento. A instalação nasce isolada e vigiada desde o primeiro dia.

  3. Configurar o catálogo

    Serviços, funções, categorias de documento, grupos aprovadores, locais e portões, tipos de agendamento, grupos de acesso. É aqui que a regra da sua empresa vira regra do sistema.

  4. Carregar o cadastro existente

    Empresas, pessoas, vínculos e veículos que você já tem, importados. O sistema calcula a situação documental de cada um assim que os documentos entram — e você enxerga o tamanho real da pendência logo no começo.

  5. Homologar com a sua equipe

    As pessoas que vão usar testam no ambiente de homologação, com os dados de vocês, antes de a operação depender disso.

  6. Entrar em produção e acompanhar

    Virada acompanhada, com a portaria assistida nos primeiros dias. Depois, atualização contínua: correção e melhoria chegam sem interromper quem está usando.

11 Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de decidir.

Precisamos mudar o nosso processo para usar o SGT?

Não. As exigências documentais, as funções, os grupos que aprovam, os portões e o fluxo de aprovação são configurados segundo a sua operação. O que o sistema impõe são poucas regras estruturais — como a de que todo agendamento precisa ter pelo menos uma pessoa — e elas existem para impedir registro sem sentido, não para padronizar o seu processo.

E se a nossa regra mudar depois?

Muda na tela de configuração, por quem tiver permissão para isso, e passa a valer na hora. Exigência documental, função, grupo aprovador, portão e modo de aprovação não dependem de nova versão do sistema.

Quem fica com os nossos dados?

Você. Os dados ficam numa instância dedicada à sua empresa, em banco e armazenamento próprios, hospedados em nuvem no Brasil. A FBR opera a infraestrutura e responde pelo funcionamento — a titularidade dos dados é sua.

Conseguimos extrair o que está lá dentro?

Sim. As listagens principais exportam, os relatórios saem em planilha e em PDF, e o painel executivo permite baixar o conjunto de dados por trás de cada gráfico.

O sistema conversa com outros que já usamos?

O SGT já consulta bases públicas para trazer o cadastro da empresa pelo CNPJ e possui interface própria de integração, usada hoje pelo aplicativo. Integração com sistema específico do cliente é avaliada caso a caso.

Quanto tempo leva para começar a operar?

Depende do tamanho do catálogo de regras e do volume de cadastro a importar. O que não depende do prazo é a ordem: configuração, carga, homologação com a sua equipe, e só então produção.